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Avanços mudarão diagnóstico e tratamento do câncer, aponta professor da Unifesp

O avanço tecnológico e das pesquisas deve mudar profundamente a abordagem do diagnóstico e tratamento dos tumores cancerígenos nas próximas décadas. O médico oncologista Ramon Andrade de Mello, professor da disciplina de oncologia clínica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), da Uninove e da Escola de Medicina da Universidade do Algarve (Portugal), ressalta que os estudos científicos podem trazer inovações significativas até 2050.

"Parece um longo tempo, mas nos próximos 30 anos teremos soluções que não alcançamos durante séculos. Teremos a oportunidade de abordar o tratamento do câncer como uma doença crônica, com possibilidade de ser controlada quando bem acompanhada, como atualmente ocorre com a hipertensão e a diabetes", explica o oncologista.

Hoje, as terapias genéticas já vêm sendo amplamente aplicadas, aliadas ou não com outros procedimentos, com resultados positivos. A nanotecnologia também faz parte dos estudos e com aplicação nos tratamentos oncológicos. "Já conseguimos vislumbrar um futuro com terapias celulares, vacinas, ferramentas de edição gênicas, entre muitas outras alternativas que vêm surgindo dos estudos em várias partes do mundo", aponta Ramon Andrade de Mello.

Um estudo do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz realizado pelos pesquisadores Bernardo Cabral, Maria da Graça Derengowski Fonseca e Fabio Batista Mota aponta tecnologias relacionadas a atenção ao câncer apontada por profissionais da área.

Entre elas, está a técnica com nanopartículas, que podem contribuir para a dispensação de medicamentos até o local das metástases e combater essas células. Outro procedimento já aplicado propõe a mutação em laboratório dos linfócitos T. Essa alteração contribui para estimular esse agente no reconhecimento das células tumorais quando reintroduzidos no paciente.

A ampliação da técnica de imunoterapia com o uso de vírus oncolíticos é outra vertente de estudos oncológicos. Nessa técnica, os vírus nativos ou geneticamente modificados se multiplicam dentro das células cancerígenas e são capazes de destruí-las. Na área de diagnóstico, a imagem molecular vai superar os diagnósticos de imagens tradicionais com o uso de biomarcadores como referência, ao contrário das métricas de densidade ou quantidade de água dos métodos tradicionais. 












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