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Licença paternidade na Ferring chegará a seis meses e meio

Desde 2016, a legislação brasileira determina que a licença paternidade pode opcionalmente chegar a 20 dias. Entretanto, na prática, a maioria das empresas concede os cinco dias corridos também previstos na lei. Mas, pensando na importância da equidade de gêneros, um valor presente na cultura da Ferring Pharmeceuticals, empresa do grupo suíço especializado em medicina reprodutiva, urologia e gastroenterologia, a partir de julho a licença paternidade será de seis meses e meio.

“Damos muita importância para a equidade de gêneros, a diversidade e a inclusão. As dificuldades e as alegrias desse momento em que a família ganha um bebê devem ser iguais para os dois, tanto os cuidados quantos os bons momentos devem ser acompanhados pelo pai e pela mãe”, conta Mônica Martins, HR Business Partner da Ferring no Brasil.

O mundo corporativo e de relações sociais modernas de hoje exige sacrifícios maiores para se criar uma criança, e em muitas das vezes esse acaba sendo um ato solitário que normalmente recai apenas sobre as mulheres.

Após o nascimento, as primeiras semanas de vida de uma criança são marcadas por momentos de atenção e cuidados que não podem recair sobre uma só pessoa. É preciso que haja colaboração e que a divisão das tarefas seja igualitária. Com a licença estendida aos pais, as mães se sentem menos sobrecarregadas. “Queremos reforçar o valor do vínculo entre pais e filhos e a necessidade de ações para a equidade de gênero”, acrescenta Mônica.

Sendo assim, o pai também precisa desse período de licença para cuidar e estabelecer conexão com seu filho. Trata-se não apenas de uma necessidade familiar, mas social. Afinal, as mulheres, de modo geral, encontram discriminação e dificuldade de se inserir no mercado de trabalho. Isso se deve, em grande parte, ao machismo e à forma como o papel do homem como provedor é estruturado.

“Com a licença paternidade equalitária, tentamos desconstruir essa visão de que apenas a mulher tem o papel do cuidador. Ao compartilhar as responsabilidades para com o bebê, estimula-se uma nova mentalidade social de igualdade”, finaliza Mônica.

 

 












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