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Gilead chega ao primeiro lugar como o principal financiador filantrópico geral de programas relacionados ao HIV

A Gilead Sciences, Inc. foi reconhecida como o primeiro financiador filantrópico de programas relacionados ao HIV em um novo relatório de rastreamento divulgado pelos Funders Concerned About AIDS (FCAA). O relatório, divulgado anualmente, é amplamente reconhecido como o estudo mais abrangente do tipo. Ele analisa os dados de financiamento de 2020 (ano mais recente disponível) revelando que o apoio filantrópico da Gilead alavancou totalmente o aumento do financiamento filantrópico privado para HIV e AIDS -- representando 38% de todo o financiamento para HIV e liderando a maioria dos aumentos de financiamento entre todas as questões, populações e regiões geográficas.

A Gilead também é reconhecida no relatório como o principal financiador nos EUA e o terceiro em todo o mundo. O relatório indica que o "financiamento filantrópico privado para HIV e AIDS nos EUA aumentou pelo sétimo ano seguido, totalizando mais de US?321 milhões em 2020, um aumento expressivo de 52% (US?109 milhões) desde 2019."

Além de ser reconhecida como o principal financiador tanto no geral quanto nos EUA, a Gilead também foi reconhecida como o principal financiador em uma série de categorias, incluindo:

• Principal financiador na abordagem da pandemia do COVID-19

• Principal financiador de comunidades de Negros, Indígenas e pessoas de cor nos EUA.

• Principal financiador corporativo

 "O suporte da Gilead para organizações comunitárias é parte de nosso compromisso contínuo para acabar com a epidemia de HIV," disse Daniel O'Day, Presidente e Diretor-Executivo da Gilead Sciences. "Nós acreditamos que o progresso real é possível somente por meio da colaboração e parceria. É por isso que nós investimos nos esforços extraordinários que nossos parceiros estão empreendendo para atingir populações carentes, eliminar as barreiras para o tratamento e educar as comunidades. É inspirador ver o trabalho fluindo nesses grupos e nós temos orgulho de fazer parte dando apoio a eles."

Os esforços filantrópicos da Gilead são administrados por uma série de iniciativas e programas sob a marca da Gilead desenvolvidos para atingir populações e comunidades-chave nos EUA e em todo o mundo.

RADIAN®, lançado em 2019 com a Elton John AIDS Foundation, aborda os desafios na Europa Oriental e Ásia Central, onde as taxas anuais de diagnósticos de HIV continuam a aumentar. Nos EUA, HIV Age Positively® busca melhorar a saúde e a qualidade de vida daqueles que estão envelhecendo e TRANScend® apoia organizações lideradas por transgêneros melhorando a segurança, a saúde e o bem-estar da comunidade de transgêneros.

Para auxiliar os beneficiários que enfrentaram o iminente fechamento ou encerramento dos serviços como resultado da pandemia de COVID-19, Gilead CARES foi lançado em 2020, fornecendo até US?20 milhões em doações para grupos sem fins lucrativos. A COMPASS Initiative® da Gilead, uma parceria de 10 anos e mais de US?100 milhões com organizações baseadas em comunidades, está trabalhando para combater a epidemia de HIV no sul dos Estados Unidos, e é responsável por conduzirem aumentos acentuados no financiamento no sul dos EUA, que esteve em declínio ao longo dos últimos dois anos.

De acordo com o relatório, "Em 2020, o desembolso de recursos para o sul dos EUA aumentou acentuadamente, em US?28 milhões (76%), depois de ter diminuído nos últimos dois anos. Novamente, como em 2017, esse aumento é amplamente atribuído aos grandes desembolsos para a COMPASS Initiative da Gilead. O financiamento da COMPASS é distribuído aos seus centros coordenadores, localizados por todo o sul dos EUA, em grandes somas, e, então é concedido para a comunidade ao longo de alguns anos."

INICIATIVAS NO BRASIL 

A conquista da Gilead chega no mês do Orgulho LGTBQIA+ - também conhecido pelo Pride Month -- pertencente ao grupo que compreende as populações mais afetadas por problemas de saúde, entre eles o HIV. A preocupação da Gilead Sciences Brasil em relação ao tratamento e à qualidade de vida dos pacientes com HIV se reflete também em ações sociais voltadas à informação e combate à doença, além da inclusão de grupos marginalizados em ações sociais.

No ano passado, a empresa lançou o projeto Movimento PositHIVo, plataforma que reúne informações relevantes para o combate ao HIV e à sorofobia. A campanha convida a sociedade a participar de uma ação que destaca os avanços do tratamento do HIV/Aids e que coloca pauta o debate sobre pessoas que vivem e convivem com a doença e como se pode manter uma qualidade de vida de forma positiva.

A Gilead também desenvolveu o projeto Transmutando Vidas, que contou com um curso online de 8 módulos com ativistas e pesquisadores trans para ensinar os colaboradores da Gilead sobre as singularidades do universo trans. O conteúdo também foi desdobrado podcasts e seriados informativos.

A empresa ainda colaborou para a produção do Calendário da organização social Casarão Brasil, que atua em favor da cidadania da população LGTBQIA+. Cada mês conta com fotos da 1ª Mostra de Arte Trans Preta, evento realizado no ano passado que também contou com o apoio da Gilead. Na ocasião, foram realizadas exibições de música, performances e poesia, ações de resistência, cidadania, conquista de espaços e luta contra preconceitos, racismo e LGBTQIA+ fobia com artistas emblemáticos da comunidade.

Outra importante iniciativa da companhia foi a doação de US? 24 milhões em financiamento para organizações que compartilham o objetivo de acabar com a epidemia de HIV a nível global. No Brasil, já foram beneficiados os projetos Fundo Positivo, Bem Querer, Grupo de Apoio Solidariedade e a iniciativa #PrecisamosFalarSobreIsso. O objetivo é que as organizações utilizem o aporte financeiro para reduzir as desigualdades no acesso à saúde, melhorar a qualidade dos cuidados, promover a educação médica e apoiar as comunidades locais mais impactadas pela epidemia de HIV e pandemia da Covid-19.

O Coordenador geral do Fundo Positivo, Harley Henriques afirma que a Gilead é uma parceira estratégica que contribuiu no acolhimento e atendimento de pessoas vivendo com HIV e que o Brasil conta com poucas campanhas focadas no vírus por causa da falta de recursos financeiros. "Há uma lacuna de investimento há alguns anos e houve uma queda na adesão ao tratamento durante a pandemia. A Gilead foi muito perspicaz em enxergar essa necessidade. Utilizamos o financiamento para abrir um edital extra com um comitê independente de especialistas para selecionar os projetos. Foram escolhidas 20 iniciativas que contemplam todas as regiões do Brasil e com diversidade de públicos-alvo. Queremos criar a possibilidade de ações em rede", esclarece.
 












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