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Câncer nem sempre apresenta sintomas evidentes

Na batalha contra o câncer, identificar precocemente a patologia é essencial para garantir um tratamento eficaz e, em alguns casos, aumentar as chances de cura. Em meio aos diferentes tumores, os cânceres silenciosos representam um desafio ainda maior, já que podem dificultar a detecção em estágios iniciais devido à ausência de sintomas evidentes.

Em situações como essa, o diagnóstico pode ocorrer durante exames médicos de rotina ou investigações de problemas de saúde não relacionados, como no recente caso da princesa Kate Middleton. "Detectar o câncer nem sempre é simples, pois os sinais podem ser sutis e pouco claros, muitas vezes semelhantes aos sintomas de outras patologias. Identificar a condição precocemente aumenta as chances de sobrevida, oferecendo esperança aos pacientes e, por isso, incentivar estilos de vida saudáveis e a realização de exames pode evitar ameaças ocultas à saúde. Nos comprometemos constantemente a buscar inovações para transformar o tratamento dos diversos tipos de cânceres e melhorar os resultados para pacientes acometidos com a doença", destaca Flávia Andreghetto, Diretora Associada de Oncologia na Gilead Sciences.
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Desafios dos subtipos de câncer de mama
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De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a detecção precoce do câncer envolve duas abordagens distintas. A primeira é o rastreamento, cujo objetivo é identificar o câncer pré-clínico ou lesões pré-cancerígenas por meio de exames de rotina em uma população-alvo que não apresenta sinais ou sintomas. A segunda estratégia é o diagnóstico precoce, voltado para a identificação do câncer em estágio inicial em indivíduos que manifestam sinais e sintomas suspeitos da enfermidade.
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No câncer de mama, comum entre mulheres de todas as regiões do Brasil, a realização de mamografias, exames clínicos e autoexame é fundamental para diagnosticar a doença. Existem diversos tipos de câncer de mama, com diferentes padrões de crescimento de desenvolvimento. Quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, a maioria dos casos apresenta bom prognóstico e melhores resultados.
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O câncer de mama triplo-negativo (CMTN) é o subtipo mais agressivo dentre os tumores de mama. O CMTN é responsável por aproximadamente 15% dos casos no mundo e 25% de óbitos(4). Uma pesquisa encomendada pela Gilead Sciences em 2022 revelou que apenas 0,08% das mulheres brasileiras conhecem o CMTN, ressaltando a necessidade de conscientização. O estudo destacou que, embora a realização de exames seja parte fundamental do diagnóstico precoce, a mamografia é mais comum entre mulheres de 40 a 59 anos e pertencentes às classes A/B.
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"Esses subtipos de câncer de mama, muitas vezes, são muito agressivos e de crescimento rápido, o que por vezes faz com que o diagnóstico seja tardio, enfatizando a importância da detecção precoce e do acesso a tratamentos eficazes. É fundamental alcançar mulheres de todas as idades e grupos socioeconômicos com programas de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama", destaca Flávia Andreghetto.












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