Notícias
EMS confirma a produção de semaglutida no Brasil
EMS confirma protagonismo e se prepara para nova fase: a produção de semaglutida no Brasil
Com capacidade produtiva instalada no país, companhia avança na estratégia de ampliar o acesso a terapias modernas com rigor científico, qualidade e produção nacional
Com a expiração da patente da semaglutida no Brasil, prevista para esta sexta-feira (20), a EMS, maior indústria farmacêutica no país, se prepara para entrar em uma nova etapa de sua trajetória de inovação e fortalecimento da produção nacional.
Após mais de uma década de investimentos em ciência, inovação, desenvolvimento tecnológico e infraestrutura industrial, a companhia consolidou no Brasil uma das mais avançadas estruturas da América Latina dedicadas à produção de peptídeos farmacêuticos. Hoje, a EMS é a única farmacêutica nacional a produzir peptídeos no Brasil, posicionando o país em um novo patamar de capacidade tecnológica e ampliando o papel da indústria farmacêutica brasileira no desenvolvimento e acesso a terapias modernas.
Para viabilizar essa estratégia, a companhia investiu mais de R$ 1,2 bilhão em uma planta localizada em Hortolândia, no interior de São Paulo, com plataforma de alta complexidade tecnológica e capacidade inicial para produzir até 20 milhões de canetas por ano, com previsão de expansão.
"Ainda não temos a definição de preço, mas podemos adiantar que chegaremos de forma competitiva a esse mercado. A EMS tem uma longa trajetória de compromisso com a saúde e de ampliação do acesso a medicamentos importantes para a população brasileira. Como líder do setor farmacêutico no país e única farmacêutica nacional a produzir peptídeos no Brasil, entendemos a responsabilidade de disponibilizar terapias de qualidade, com rigor científico e dentro de todas as exigências regulatórias", afirma o vice-presidente da EMS, Marcus Sanchez.
Experiência consolidada e produção nacional
A companhia já possui experiência consolidada nesse segmento com as canetas à base de liraglutida LIRUX®? e OLIRE®?, utilizadas no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade.
Produzidas no Brasil, essas terapias representam um avanço importante na ampliação do acesso a medicamentos de alta complexidade.
"A experiência com a liraglutida demonstrou como a produção nacional pode contribuir para ampliar o acesso a tratamentos modernos. Esse é um caminho importante para o fortalecimento da indústria brasileira e para a evolução do cuidado em saúde", afirma Joaquim Alves, diretor da Unidade de Prescrição Médica da EMS.
Além da atuação industrial, a companhia também investe em informação e conscientização, ampliando o diálogo com a sociedade por meio de iniciativas como a campanha "O Peso Invisível", que busca qualificar o debate sobre os estigmas relacionados à obesidade indo além do que a balança pesa e trazendo à discussão dimensões sociais, comportamentais e emocionais que fazem parte da jornada complexa do tratamento dessa doença crônica.
Questões e próximos passos
A EMS já tem data para lançar a caneta de semaglutida no Brasil?
Não. Neste momento, a companhia aguarda a conclusão do processo de avaliação regulatória pela Anvisa. Como ocorre com qualquer medicamento, o lançamento só pode acontecer após a aprovação do registro, e ainda não é possível indicar uma data.
Já é possível saber qual será o preço do medicamento?
Ainda não. A definição de preço depende de uma série de fatores, incluindo a conclusão do processo regulatório. Neste momento, a companhia não pode indicar valores ao consumidor.
Qual será o diferencial da EMS nesse mercado?
A EMS conta com capacidade tecnológica instalada no Brasil e experiência na produção de análogos de GLP-1, como as canetas de liraglutida, comercializadas no Brasil desde agosto de 2025. A companhia já investiu mais de R$ 1,2 bilhão na plataforma proprietária de peptídeos que tem se mostrado robusta e com novas oportunidades e opções de medicamentos por surgir, o que garante à empresa um diferencial competitivo. A estratégia da companhia está baseada na ampliação do acesso, com rigor científico, qualidade e respeito integral às exigências regulatórias.
Veja outras notícias